Grávidas de plantão assinem o Boletim Crescer:Dicas - Dicadedica
essa dica é muito boa, minha mulher sempre recebeu otimas dicas.
é otimo para casais que estão perdidos como um casal de amigos que tenho, ela nao sabe pq a barriga dela nao cresce e ele fica perguntando pra gente...
espero que essa dica ajude muitos leigos no assunto.
Para assinar é so acessar e fazer o cadastro.
http://editora.globo.com/especiais/boletim_crescer_gravidez/
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
descoberta a fonte da junventude: uma bacteria
Micro-organismo produz um remédio capaz de frear os mecanismos de envelhecimento das células - e prolongar artificialmente a vida de animais saudáveis.
Expêriencia feita na Univérsidade do Texas e de Michegan apontaram que a Rapamicina (Rapamune), droga atualmente utilizada em transplante de orgãos, tem o poder de estender milagrosamente a vida - ratos que tomaram o remédio viveram até 14% a mais. Isso acontece porque a Rapamicina inibi um mecanismo chamado mTOR, responsável pela divisão, multiplicação (e envelhecimento) das células. Mas essa droga que é produzida pela bactéria Streptomyces hygroscopicus, encontrada no solo da ilha de Páscoa, tem um efeito colateral: enfraquece o sistema imunológico. Por isso, os cientistas enfatizam que ninguém deve tomar esse rémedio por conta própria. " A descoberta é importante porque abre caminho para o desenvolvimento para o desenvolvimento de drogas que ajam mais especificamente, sem efeito colateriais", explica a bióloga Lynne Cox, da Universidade de Oxford.
14% é quanto os ratos que tomaram a droga viveram a mais (o equivalente a 10 anos em idade humana).
Texto: Bruno Garattoni
diferença de sintomas entre a gripe H1N1 e a gripe comum
Realmente os sintomas entre a Gripe Suína e a gripe comum são bem parecidos, já as conseqüências são bem diferentes. Perceber algo que possa denominar a gripe suína de uma outra gripe qualquer, é um tanto quanto complicado, e ao vermos uma pessoa resfriada ou gripada, logo acreditamos que possa ser o vírus Influenza A H1N1.
Mas logo a seguir você poderá entender mais detalhadamente as diferenças entre os sintomas da gripe comum e os sintomas da Gripe Suína. Nesta ultima semana, os casos confirmados no Brasil subiram de uma forma inacreditável, de 74 para 399 casos, um numero altíssimo, e segundo especialistas do Ministério da Saúde este número ainda vai aumentar muito, tudo devido à falta de cuidados das pessoas, e da ajuda do inverno.
A diferença maior é que a gripe suína possui das demais gripes comuns e resfriados, é que ela inicia-se de uma hora para outra, e os sintomas são mais severos. Dentro todos os sintomas, de um dia para o outro, a pessoa começa a sentir fortes dores pelo corpo, principalmente no abdômen e também nas articulações, a pessoa também sente um frio intenso, tremores repentinos, e a febre está sempre acima de 38° C. Em alguns casos a pessoa chegava a expelir catarro, mas geralmente a tosse sempre é seca. Estes sintomas duram dentre sete a cinco dias sem parar, sendo assim, em caso de suspeita, favor procurar um médico e se cuidar, antes que possa ser tarde. Pois afinal de contas só mesmo exames laboratoriais ( Com Biomedicos) para lhe dar a resposta da contaminação.
RESUMINDO:
GRIPE SUÍNA
-Início súbito
-Com febre
-Causada somente pelo vírus Myxovirus Influenzae (Influenza)
-Mal estar, dor muscular, dor de cabeça e tosse. Pode provocar complicações como sinusite, pneumonia e morte.
GRIPE COMUM
-Início progressivo
-Em geral sem febre
-Sintomas mais localizados na região respiratória (nariz e garganta). Dificilmente provoca complicações.
-Causado por vários tipos de vírus: adenovírus, rinovírus, parainfluenza, coronavírus, VSR, etc...
Mas logo a seguir você poderá entender mais detalhadamente as diferenças entre os sintomas da gripe comum e os sintomas da Gripe Suína. Nesta ultima semana, os casos confirmados no Brasil subiram de uma forma inacreditável, de 74 para 399 casos, um numero altíssimo, e segundo especialistas do Ministério da Saúde este número ainda vai aumentar muito, tudo devido à falta de cuidados das pessoas, e da ajuda do inverno.
A diferença maior é que a gripe suína possui das demais gripes comuns e resfriados, é que ela inicia-se de uma hora para outra, e os sintomas são mais severos. Dentro todos os sintomas, de um dia para o outro, a pessoa começa a sentir fortes dores pelo corpo, principalmente no abdômen e também nas articulações, a pessoa também sente um frio intenso, tremores repentinos, e a febre está sempre acima de 38° C. Em alguns casos a pessoa chegava a expelir catarro, mas geralmente a tosse sempre é seca. Estes sintomas duram dentre sete a cinco dias sem parar, sendo assim, em caso de suspeita, favor procurar um médico e se cuidar, antes que possa ser tarde. Pois afinal de contas só mesmo exames laboratoriais ( Com Biomedicos) para lhe dar a resposta da contaminação.
RESUMINDO:
GRIPE SUÍNA
-Início súbito
-Com febre
-Causada somente pelo vírus Myxovirus Influenzae (Influenza)
-Mal estar, dor muscular, dor de cabeça e tosse. Pode provocar complicações como sinusite, pneumonia e morte.
GRIPE COMUM
-Início progressivo
-Em geral sem febre
-Sintomas mais localizados na região respiratória (nariz e garganta). Dificilmente provoca complicações.
-Causado por vários tipos de vírus: adenovírus, rinovírus, parainfluenza, coronavírus, VSR, etc...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Reportangem sobre Roger Abdelmassih
Há quinze anos Roger Abdelmassih estupra mulheres com a ajuda dos médicos
Para uma reportagem no Domingo Espetacular, da Record, entrevistei mulheres estupradas por Roger Abdelmassih.
. Todas elas bateram na porta do Conselho Regional de Medicina de São Paulo, o Cremesp, para denunciá-lo.
. Eram recebidas não como vítimas, mas como quase-criminosas.
. Uma delas mereceu a seguinte pergunta de uma médica a serviço do Cremesp: ele (o Dr Roger, o estuprador) ligou para a senhora no fixo ou no celular ?
. Na comunidade dos médicos de São Paulo, muitos sabiam que o Dr Roger estuprava pacientes.
. Uma entrevistada me contou que foi a outro médico e ao narrar os crimes do Dr Roger, foi recebida com uma reação de naturalidade e frieza.
. Ora, todo mundo sabe disso, disse o novo médico.
. Quer dizer, os médicos de São Paulo são responsáveis, pela omissão, por crimes que o Dr Roger cometeu, pelo menos, ao longo dos últimos quinze anos.
. Há quinze anos, uma das vítimas, Vanuzia Leite Lopes, contou tudo ao Cremesp.
. Outra paciente, que a Folha (*) – chamada de Cristina, foi ao Cremesp em 1998.
. E o Dr Roger, impune, a estuprar mulheres dopadas e a atacar mulheres não dopadas.
. Agora, com a casa arrombada, quando a opinião pública já sabia dos estupros, o Cremesp se sentiu na obrigação de suspender o direito de o Dr Roger continuar a estuprar.
. O Ministério Público arrolou como testemunha – o crime está prescrito – uma jovem que, em Campinas, no início da carreira dele, em 1970, chegou com dores nos rins.
. Ele era residente de Urologia.
. Ele enfiou um tubo na vagina da jovem. Por que ?
. Percebeu que ela era virgem.
. E perguntou quanto ela queria para que ele pudesse deflorá-la.
. O Ministério Público bem que poderia ter uma conversinha com o Cremesp.
. O Cremesp está ali para ajudar os pacientes, ou acobertar crimes ? – pergunta elementar.
. O Dr Roger fazia o que fazia porque contava com a impunidade.
. Ele era o médico das estrelas, o médico “Caras”.
. Segundo vítimas que entrevistei, não tinha nada de louco ou tarado.
. Era um homem normal, dos nossos tempos (*): que gosta de dinheiro e mulheres.
. Às mulheres constrangidas, ele dizia: você deve se sentir honrada por eu me interessar por você.
. E se dizia enviado por Deus.
. Assim que recebeu ordem de prisão, o Dr Roger correu para o banheiro: teve um desarranjo intestinal.
. Foi preso no banheiro de seu gabinete, com as calças na mão.
. A primeira reação que teve, ao entrar no carro da Polícia, foi dizer: “perdi a minha clínica”.
. Era um empresário.
. Bem sucedido.
. Que contava com a omissão da sociedade.
. Do Cremesp, por exemplo.
By: Paulo Henrique Amorim
Para uma reportagem no Domingo Espetacular, da Record, entrevistei mulheres estupradas por Roger Abdelmassih.
. Todas elas bateram na porta do Conselho Regional de Medicina de São Paulo, o Cremesp, para denunciá-lo.
. Eram recebidas não como vítimas, mas como quase-criminosas.
. Uma delas mereceu a seguinte pergunta de uma médica a serviço do Cremesp: ele (o Dr Roger, o estuprador) ligou para a senhora no fixo ou no celular ?
. Na comunidade dos médicos de São Paulo, muitos sabiam que o Dr Roger estuprava pacientes.
. Uma entrevistada me contou que foi a outro médico e ao narrar os crimes do Dr Roger, foi recebida com uma reação de naturalidade e frieza.
. Ora, todo mundo sabe disso, disse o novo médico.
. Quer dizer, os médicos de São Paulo são responsáveis, pela omissão, por crimes que o Dr Roger cometeu, pelo menos, ao longo dos últimos quinze anos.
. Há quinze anos, uma das vítimas, Vanuzia Leite Lopes, contou tudo ao Cremesp.
. Outra paciente, que a Folha (*) – chamada de Cristina, foi ao Cremesp em 1998.
. E o Dr Roger, impune, a estuprar mulheres dopadas e a atacar mulheres não dopadas.
. Agora, com a casa arrombada, quando a opinião pública já sabia dos estupros, o Cremesp se sentiu na obrigação de suspender o direito de o Dr Roger continuar a estuprar.
. O Ministério Público arrolou como testemunha – o crime está prescrito – uma jovem que, em Campinas, no início da carreira dele, em 1970, chegou com dores nos rins.
. Ele era residente de Urologia.
. Ele enfiou um tubo na vagina da jovem. Por que ?
. Percebeu que ela era virgem.
. E perguntou quanto ela queria para que ele pudesse deflorá-la.
. O Ministério Público bem que poderia ter uma conversinha com o Cremesp.
. O Cremesp está ali para ajudar os pacientes, ou acobertar crimes ? – pergunta elementar.
. O Dr Roger fazia o que fazia porque contava com a impunidade.
. Ele era o médico das estrelas, o médico “Caras”.
. Segundo vítimas que entrevistei, não tinha nada de louco ou tarado.
. Era um homem normal, dos nossos tempos (*): que gosta de dinheiro e mulheres.
. Às mulheres constrangidas, ele dizia: você deve se sentir honrada por eu me interessar por você.
. E se dizia enviado por Deus.
. Assim que recebeu ordem de prisão, o Dr Roger correu para o banheiro: teve um desarranjo intestinal.
. Foi preso no banheiro de seu gabinete, com as calças na mão.
. A primeira reação que teve, ao entrar no carro da Polícia, foi dizer: “perdi a minha clínica”.
. Era um empresário.
. Bem sucedido.
. Que contava com a omissão da sociedade.
. Do Cremesp, por exemplo.
By: Paulo Henrique Amorim
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Microbiologia
O que é um exame de cultura?
Um exame de cultura consiste em “semear” amostras biológicas, onde normalmente há suspeita de alguma infecção microbiana. Este processo é feito em meio próprio que permita a nutrição, o crescimento e a multiplicação de microrganismos.
O resultado do exame de cultura não fica pronto no mesmo dia dos outros exames porque As bactérias, os fungos e os vírus precisam de tempo para crescer o suficiente para que possamos identificá-los. Por isso aplica-se o termo “cultura”, uma vez que é necessário “semear” o material colhido e aguardar o seu crescimento. Este tempo é muito variado, dependendo do tipo de microrganismo.
O resultado do exame de cultura não fica pronto no mesmo dia dos outros exames porque As bactérias, os fungos e os vírus precisam de tempo para crescer o suficiente para que possamos identificá-los. Por isso aplica-se o termo “cultura”, uma vez que é necessário “semear” o material colhido e aguardar o seu crescimento. Este tempo é muito variado, dependendo do tipo de microrganismo.
Teste da catalase
Os membros da família Micrococcaceae são diferenciados dos da família Streptococcaceae pela prova de catalase. O teste é realizado com peróxido de hidrogênio (H2O2) a 3% sobre uma lâmina. A imediata produção de efervescência indica a conversão do H2O2 em água e oxigênio gasoso. Existem raras cepas de Estafilococos catalase negativas, e alguns enterococos (i.e. estreptococos fecais) produzem uma “pseudocatalase” e são fracamente reativos com H2O2.
Teste de Coagulase
As coagulases são enzimas com capacidade para coagular o plasma sanguíneo através de um mecanismo similar ao da coagulação normal.
A atividade da coagulase é utilizada para distinguir espécies patogenicas de Staphylococcus de espécies não patogenicas, sendo um bom indicador da patogenicidade do S.aureus.
A prova da coagulase em tubo consiste em juntar num tubo de ensaio contendo plasma (obtido de sangue a que se juntou um anticoagulante, por exemplo oxalato, citrato, heparina) uma suspensão de microrganismos (caldo de cultura) ou colônias provenientes de um meio sólido e incubar a 37º C. A formação de coágulos às 2 h, às 6 h ou às 24 h de incubação é interpretada como uma prova positiva. A ausência de coagulação após 24 horas de incubação é uma prova negativa.
Esta prova pode ser realizada de um modo mais rápido (prova em lâmina) colocando-se duas porções de bactérias da espécie em estudo nos extremos de uma lâmina, fazendo-se de seguida uma pequena suspensão, sendo depois adicionado a uma delas uma gota de água destilada (controle) e a outra uma gota de plasma. Homogeneiza-se bem e observa-se, no fim de uns minutos. Se o aspecto é idêntico a prova é negativa ou se ocorreu formação de pequenos agregados resultantes do fato das bactérias ficarem aprisionadas na rede de fibrina então formada a prova é positiva.
A atividade da coagulase é utilizada para distinguir espécies patogenicas de Staphylococcus de espécies não patogenicas, sendo um bom indicador da patogenicidade do S.aureus.
A prova da coagulase em tubo consiste em juntar num tubo de ensaio contendo plasma (obtido de sangue a que se juntou um anticoagulante, por exemplo oxalato, citrato, heparina) uma suspensão de microrganismos (caldo de cultura) ou colônias provenientes de um meio sólido e incubar a 37º C. A formação de coágulos às 2 h, às 6 h ou às 24 h de incubação é interpretada como uma prova positiva. A ausência de coagulação após 24 horas de incubação é uma prova negativa.
Esta prova pode ser realizada de um modo mais rápido (prova em lâmina) colocando-se duas porções de bactérias da espécie em estudo nos extremos de uma lâmina, fazendo-se de seguida uma pequena suspensão, sendo depois adicionado a uma delas uma gota de água destilada (controle) e a outra uma gota de plasma. Homogeneiza-se bem e observa-se, no fim de uns minutos. Se o aspecto é idêntico a prova é negativa ou se ocorreu formação de pequenos agregados resultantes do fato das bactérias ficarem aprisionadas na rede de fibrina então formada a prova é positiva.
Bacterioscopia
A coloração de Gram é um método de coloração de bactérias desenvolvido pelo médico dinamarquês Hans Christian Joachim Gram (1853 - 1838), em 1884, e que consiste no tratamento sucessivo de um esfregaço bacteriano, fixado pelo calor, com os reagentes, cristal violeta, lugol, etanol-acetona e fucsina básica. Essa técnica permite a separação de amostras bacterianas em Gram-positivas e Gram-negativas e a determinação da morfologia e do tamanho das amostras analisadas.
Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta.
No paciente foi coletado o material, secreção de ferida em região lombar, para identificação bacteriana, em seguida, encaminhado para a microscopia.
Inicialmente foi feito uma bacterioscopia para identificação e preparo da lamina.
Preparo do esfregaço
Suspender uma pequena porção da amostra bacteriana a ser corada em uma gota de água ou solução salina 0,85%, sobre uma lâmina de microscópio, espalhando a gota. Este procedimento deve ser feito com uma alça bacteriológica flambada ou um palito de madeira esterilizado. Deixar o material secar e, em seguida, fixá-lo com calor, flambando rapidamente a lâmina acima da chama de um bico de Bunsen.
Aplicação do Corante Primário
Cobrir toda a sua superfície da lâmina com o corante cristal violeta; deixar em repouso por um minuto. Descartar o excesso de corante ou enxaguar a lâmina com água.
Aplicação do Fixador
Cobrir toda a sua superfície da lâmina com lugol; deixar em repouso por um minuto. Descartar o excesso do fixador ou enxaguar a lâmina com água.
Descoloração
Com a lâmina inclinada, despejar algumas gotas de álcool (descolorizador) para remover o complexo cristal violeta-lugol de células Gram-negativas. Este procedimento não pode exceder a cinco segundos, pois o descolorizador poderá remover o corante cristal violeta das células Gram-positivas. Em seguida, enxaguar a lâmina com água para remover excesso de solvente.
Aplicação do Corante Secundário
Cobrir toda a sua superfície da lâmina com o corante fucsina básica; deixar em repouso por um minuto. Enxaguar a lâmina com água e tocar as bordas com papel absorvente para remoção do excesso de água. Logo após deixa secar a lâmina por completa.
Em seguida, colocamos a lâmina no microscópio para a identificação.
Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta.
No paciente foi coletado o material, secreção de ferida em região lombar, para identificação bacteriana, em seguida, encaminhado para a microscopia.
Inicialmente foi feito uma bacterioscopia para identificação e preparo da lamina.
Preparo do esfregaço
Suspender uma pequena porção da amostra bacteriana a ser corada em uma gota de água ou solução salina 0,85%, sobre uma lâmina de microscópio, espalhando a gota. Este procedimento deve ser feito com uma alça bacteriológica flambada ou um palito de madeira esterilizado. Deixar o material secar e, em seguida, fixá-lo com calor, flambando rapidamente a lâmina acima da chama de um bico de Bunsen.
Aplicação do Corante Primário
Cobrir toda a sua superfície da lâmina com o corante cristal violeta; deixar em repouso por um minuto. Descartar o excesso de corante ou enxaguar a lâmina com água.
Aplicação do Fixador
Cobrir toda a sua superfície da lâmina com lugol; deixar em repouso por um minuto. Descartar o excesso do fixador ou enxaguar a lâmina com água.
Descoloração
Com a lâmina inclinada, despejar algumas gotas de álcool (descolorizador) para remover o complexo cristal violeta-lugol de células Gram-negativas. Este procedimento não pode exceder a cinco segundos, pois o descolorizador poderá remover o corante cristal violeta das células Gram-positivas. Em seguida, enxaguar a lâmina com água para remover excesso de solvente.
Aplicação do Corante Secundário
Cobrir toda a sua superfície da lâmina com o corante fucsina básica; deixar em repouso por um minuto. Enxaguar a lâmina com água e tocar as bordas com papel absorvente para remoção do excesso de água. Logo após deixa secar a lâmina por completa.
Em seguida, colocamos a lâmina no microscópio para a identificação.
Semeadura
Para o isolamento das bactérias que estão presentes em pequenos números é feito o meio de enriquecimento liquido, contendo fontes de carbono e energia sendo inoculados por alguns dias os microrganismos e posteriormente inoculado em outros tubos contendo o mesmo meio. Tempo necessário para o crescimento dos inóculos.
Finalmente é feito o plaqueamento.
Finalmente é feito o plaqueamento.
O que é o antibiograma ou TSA?
O antibiograma ou Teste de Sensibilidade aos Antibióticos é um teste que verifica a sensibilidade das bactérias aos antibióticos visando auxiliar o médico na escolha do tratamento adequado. Este teste só pode ser realizado quando a cultura tiver resultado positivo e será executado de acordo com recomendações internacionais.
Seu objetivo é tanto a análise do espectro de sensibilidade/resistência a drogas de uma bactéria quanto à determinação da concentração mínima inibitória.
Staphylococcus aureus, são uma espécie de estafilococos coagulase-positivos. É uma das espécies patogênicas mais comuns, juntamente com a Escherichia coli. É um coco Gram positivo. O S.aureus é a mais virulenta espécie do seu género. Os S.aureus são semelhantes a todos os outros Staphylococcus na maioria dos detalhes. Têm forma esférica (são cocos), cerca de 1 micrómetro de diâmetro, e formam grupos com aspecto de cachos de uvas com cor amarelada, devido à produção de carotenóides. É a única espécie que produz coagulase. Cresce bem em ambientes salinos. Cerca de 15% dos indivíduos são portadores de S.aureus, na pele ou nasofaringe. A infecção é freqüentemente causada por pequenos cortes na pele. Para tratamento antibiótico são usadas as penicilinas resistentes ás penicilinases, ou caso haja resistência vancomicina.
Seu objetivo é tanto a análise do espectro de sensibilidade/resistência a drogas de uma bactéria quanto à determinação da concentração mínima inibitória.
Staphylococcus aureus, são uma espécie de estafilococos coagulase-positivos. É uma das espécies patogênicas mais comuns, juntamente com a Escherichia coli. É um coco Gram positivo. O S.aureus é a mais virulenta espécie do seu género. Os S.aureus são semelhantes a todos os outros Staphylococcus na maioria dos detalhes. Têm forma esférica (são cocos), cerca de 1 micrómetro de diâmetro, e formam grupos com aspecto de cachos de uvas com cor amarelada, devido à produção de carotenóides. É a única espécie que produz coagulase. Cresce bem em ambientes salinos. Cerca de 15% dos indivíduos são portadores de S.aureus, na pele ou nasofaringe. A infecção é freqüentemente causada por pequenos cortes na pele. Para tratamento antibiótico são usadas as penicilinas resistentes ás penicilinases, ou caso haja resistência vancomicina.
No antibiograma foram adicionados os antibióticos:
Ø 1° Cefoxitina (CFO-30 µg) – 36mm ≥ 20mm considerado sensível
Ø 2° Amoxicilina (AMC-30 µg) – 42mm ≥ 20mm considerado sensível
Ø 3° Sulfazotrim (SUT-25 µg) – 36mm ≥ 16mm considerado sensível
Ø 4° Ertapenem (ETP) – 29mm ≥ 18mm considerado sensível
Ø 5° Amicacina (AMI-30 µg) – 35mm ≥ 17mm considerado sensível
Ø 6° Ciprofloxacin (CIN) – 38mm ≥ 21mm considerado sensível
Ø 7° Ceftriaxona (CRO) – 22mm ≥ 21mm considerado sensível
Ø 8° Gentamicina (GEN) – 39mm ≥ 15mm considerado sensível
Ø 9° Eritromicina (ERI) – 32mm ≥ 23mm considerado sensível
Ø 10° Cefepime (CPM) – 33mm ≥
Cada antibiótico apresentava uma sigla especifica para sua identificação. Incubamos a placa, por 1 dia.
Na quarta aula, realizamos a medição dos halos sobre a superfície do meio, ao redor do disco de antibiótico. Seguindo a tabela de medidas de antibióticos da NCCLS.
Ø 1° Cefoxitina (CFO-30 µg) – 36mm ≥ 20mm considerado sensível
Ø 2° Amoxicilina (AMC-30 µg) – 42mm ≥ 20mm considerado sensível
Ø 3° Sulfazotrim (SUT-25 µg) – 36mm ≥ 16mm considerado sensível
Ø 4° Ertapenem (ETP) – 29mm ≥ 18mm considerado sensível
Ø 5° Amicacina (AMI-30 µg) – 35mm ≥ 17mm considerado sensível
Ø 6° Ciprofloxacin (CIN) – 38mm ≥ 21mm considerado sensível
Ø 7° Ceftriaxona (CRO) – 22mm ≥ 21mm considerado sensível
Ø 8° Gentamicina (GEN) – 39mm ≥ 15mm considerado sensível
Ø 9° Eritromicina (ERI) – 32mm ≥ 23mm considerado sensível
Ø 10° Cefepime (CPM) – 33mm ≥
Cada antibiótico apresentava uma sigla especifica para sua identificação. Incubamos a placa, por 1 dia.
Na quarta aula, realizamos a medição dos halos sobre a superfície do meio, ao redor do disco de antibiótico. Seguindo a tabela de medidas de antibióticos da NCCLS.
Resultados
Paciente: J.H.S.
Sexo: Masculino
Exame: Cultura
Material: Secreção de ferida em região Lombar.
Teste de Catalase: positivo
Testa de Coagulase: positivo
Bacterioscopia: Cocos Gram Positivo agrupados ou isolados, sugestivos de Staphylococcus sp.
Resultado: Staphylococcus aureus.
Paciente: J.H.S.
Sexo: Masculino
Exame: Cultura
Material: Secreção de ferida em região Lombar.
Teste de Catalase: positivo
Testa de Coagulase: positivo
Bacterioscopia: Cocos Gram Positivo agrupados ou isolados, sugestivos de Staphylococcus sp.
Resultado: Staphylococcus aureus.
Antibiograma
A formação de um halo transparente sobre a superfície do meio, ao redor de um disco de antibiótico, indica uma região com ausência de crescimento bacteriano, revelando a ação inibitória do agente antimicrobiano sobre a bactéria ensaiada.
A formação de um halo transparente sobre a superfície do meio, ao redor de um disco de antibiótico, indica uma região com ausência de crescimento bacteriano, revelando a ação inibitória do agente antimicrobiano sobre a bactéria ensaiada.
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